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quinta-feira, 22 de maio de 2014

Tanta coisa - Poema de Amor





 
 
 
 


Tanta coisa
 
Tanta coisa para te dizer,
Tanta coisa para te contar,
Que chego a enternecer,
Por não te poder amar.
 
Como te posso chamar?
Como to posso expor?
Preciso te confessar,
Todo este meu amor.
 
Não posso mais esconder,
Sem dar mais a perceber,
Esta minha aflição.
 
São dores do coração,
Que aperta pela emoção,
De isso não quereres entender.
 
João da mestra, 22 de Maio de 2014
 
 
 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

quarta-feira, 21 de maio de 2014

QUANTA ALEGRIA EM MEU CORAÇÃO

 
 
 
 
 
 
 
 
 
QUANTA ALEGRIA EM MEU CORAÇÃO
 
 
Quanta alegria em meu coração,
quantas lágrimas por ti vertidas,
não por qualquer desilusão,
mas sim pelas alegrias por ti trazidas.
 
Quanta mais satisfação,
pela tanta e tanta oração,
porque te conheci.
A Deus agradeço por mim e por ti.
 
Tua e minha felicidade,
estão agora a iniciar,
não me interessa a idade,
o que me importa é te amar.
 
 João da mestra, 21 de Maio de 2014
 
 
 
 
 
 
 
 

terça-feira, 1 de abril de 2014

EU AMO-TE

 
 
EU AMO-TE
 
Quanto desejava ser compreendido,
ser correspondido.
Mas porquê,
assim não acontece
e quem me merece,
não me aparece?
 
Oh! Não!
Quanta desilusão!
 
Sou sonhador
mas, porque não
o teu amor?
 
Minha querida,
sabias que te amava?
Sabes que continuo a amar-te?
Pronto, está dito.
Até à minha partida
recordarei, quando me embalava
com tuas palavras. Ao provocar-te,
contrariando, o dito por não dito,
fingia em toda a medida
e escondia.
 
De hoje em dia,
deixa de ser tabu;
continua a esconder somente tu,
se me amares.
 
Eu amo-te.
 
 
João da mestra, 2 de Abril de 2014
 
                           Foi alterado o dia em que escrevi este poema porque ontem foi dia de enganos.
 
 
majosilveiro - João da mestra
 
 

quinta-feira, 27 de maio de 2010

MISSIVA DO REI SVENOVITCH À IMPERADORA DE OUTRO REINO

MISSIVA DO REI SVENOVITCH
À IMPERADORA DE OUTRO REINO

Fica Vossa Senhoria impedida,
E os mais do Vosso Império,
De me irem ver quando eu morrer,
Pois, eu é que nem vos quero ver!

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Nem flor tende a ousadia de enviar,
Por qualquer paspalho vosso lacaio;
Darei ordens ao meu aio,
Proibir-vos manifestações de pesar.

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Já que na Terra impera o cinismo,
O abandono ao Rei do vosso trono,
Porque sou o homem velho do Império,
Serem hipócritas, é depois um impropério.

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Amor, gostava eu de sentir hoje,
E não desprezo pela vossa parte,
Que com todo o engenho e arte,
Vossa senhoria, ao vosso senhor inflige.

>
Agora, aquilo que é meu desejo;
Quero estar morto e descansado,
Não quero depois a meu lado,
Hipócrita de subordinado.

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Nem, também, muito lamento,
Chorar de arrependimento,
Quando, agora, neste momento,
Me trata mal que nem a jumento;

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Acusações de centenas de acções,
Que comete e que depois remete,
Ser Vosso Rei o ocasionador,
Não lhe abonando o seu valor.

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Depois de morrer, não me interessa flor,
Nem o choro hipócrita de qualquer estupor.
E todos se deveriam pautar,
Para nesta vida saberem amar.

>
João da mestra