quinta-feira, 22 de maio de 2014

Despedida - poema de amor

 
 
DESPEDIDA
 
 
 
 
 
 
 
Minha querida,
quanto adorava falar consigo todos os dias.
Quanto adorava, MEU DEUS:
Trocávamos palavras...., palavras de amor,
palavras trocadas,
entrelaçadas, cruzadas 
e, entrelaçados ficávamos a falar
o dia, até a noite chegar.
E, entrelaçados, os dois, até deitar.
Boa noite,
 
João da mestra, 22 de Maio de 2014
 
 
 
 
 
 


quarta-feira, 21 de maio de 2014

QUANTA ALEGRIA EM MEU CORAÇÃO

 
 
 
 
 
 
 
 
 
QUANTA ALEGRIA EM MEU CORAÇÃO
 
 
Quanta alegria em meu coração,
quantas lágrimas por ti vertidas,
não por qualquer desilusão,
mas sim pelas alegrias por ti trazidas.
 
Quanta mais satisfação,
pela tanta e tanta oração,
porque te conheci.
A Deus agradeço por mim e por ti.
 
Tua e minha felicidade,
estão agora a iniciar,
não me interessa a idade,
o que me importa é te amar.
 
 João da mestra, 21 de Maio de 2014
 
 
 
 
 
 
 
 

segunda-feira, 14 de abril de 2014

VIAGEM AÉREA PARA TERRAS DE VERA CRUZ




P´ra Vera Cruz

 

 

Qual Sacadura Cabra,

daquele meu Portugal,

p´ra terras de Vera Cruz,

voei junto às nuvens…, Jesus.
 
 

Entrei pelo céu adentro,

que nem santo…, nem jumento.

Num pássaro gigante vim dentro,

que deu às asas todo o tempo.
 
 

Fiz aquela idêntica viagem,

não me faltando aragem.

Recordei o grande navegador

aéreo. Aéreo vim eu…, sonhador.

 

Cruzei oceano com outro Cabral,

Pedro Álvares, por sinal,

que navegava em mar alto.

Dei-lhe sinal lá do alto

e disse-lhe ainda mais alto:

- já te ultrapassei; volta p´ra Portugal!

 

 

João da mestra, 14 de Abril de 2014

 

                               Viagem p´ra Terras de Vera Cruz…, sem sextante.

                                              


  

terça-feira, 1 de abril de 2014

EU AMO-TE

 
 
EU AMO-TE
 
Quanto desejava ser compreendido,
ser correspondido.
Mas porquê,
assim não acontece
e quem me merece,
não me aparece?
 
Oh! Não!
Quanta desilusão!
 
Sou sonhador
mas, porque não
o teu amor?
 
Minha querida,
sabias que te amava?
Sabes que continuo a amar-te?
Pronto, está dito.
Até à minha partida
recordarei, quando me embalava
com tuas palavras. Ao provocar-te,
contrariando, o dito por não dito,
fingia em toda a medida
e escondia.
 
De hoje em dia,
deixa de ser tabu;
continua a esconder somente tu,
se me amares.
 
Eu amo-te.
 
 
João da mestra, 2 de Abril de 2014
 
                           Foi alterado o dia em que escrevi este poema porque ontem foi dia de enganos.
 
 
majosilveiro - João da mestra
 
 

sexta-feira, 28 de março de 2014

Mãe ficou so, como dantes


 

  

    Mãe ficou só..., como dantes...

 

 
 
Gatas que tantas crias pariram,
Que vingaram, mamaram e, partiram,
 
Gatas que tantos gatinhos tiveram,
Que ilibaram, cresceram e, partiram,
 
Gatas que tantas outras conceberam,
Que criaram, trataram e, partiram.
 
 
Mães que tantos filhos pariram,
Suaram, amamentaram e amaram,
Que trabalharam e se sacrificaram,
Foram mouras porque tanto trabalharam.
 
Tanto choraram, que, em lágrimas se derreteram,
Sustentaram e, continuaram a amar,
Quase morreram, para ver seus filhos vingar.
 
Houve felicidade a três, a cinco, a sete e a dez,
Houve mães, que, tiveram mais, talvez,
Cresceram meninas que mulheres ficaram,
Cresceram meninos que homens se tornaram.
 
 
Após todos serem pessoas importantes,
O mundo viram e logo partiram,
Mãe ficou só, como dantes,
Só continuou, para todos os instantes.
 
Filhos não voltaram jamais,
Afinal, quais são os irracionais?
Deus que Vês os seus atos,
Qual a diferença dos gatos?
 
João da Mestra
 
Publicado e registado em 14 de Julho de 2010
 
 
 
 
 

domingo, 23 de março de 2014

AMENDOAS PERDIDAS NA PÁSCOA - canção




                                                  Foto de João da mestra



A Páscoa, as amêndoas e os amigos - canção



AMENDOAS PERDIDAS NA PÁSCOA




- Canção -
 
 
Comi uma amêndoa e soube-me a mel,
a mel de cana, de cana Brasil,
ó minha amiga quantos beijos mil,
te envio  p´raí porque fico aqui.
 
Comi outra amêndoa e soube-me a gin,
a gin amargo, pela da falta da amiga,
p´ra junto de mim vem ó rapariga,
p´ra junto de mim vem ó minha amiga.
 
Depois uma ainda dee chocolate,
soube-me a fel, a fel não a mel,
amêndoa torrada p´lo tempo d´ausência,
aflige-me o tempo não em permanência.
 
Também os amigos que sempre souberam,
dar-me atenção e consideração,
amigos de longe não ponho a visão,
visão ofuscada, distancia dobrada.     
 
Seguiram-se outras de outros sabores,
sabores dos amores que tenho perdidos,
amêndoas perdidas por entre as amigas,
amigas de longe não consolam monge.
 
Amigas de longe não consolam monge,
amigos de longe não consolam monge.
Virtuais os amigos - tão longe, tão longe.
 
 
João da mestra, 31 de Março de 2013
                               A Páscoa, as amêndoas e os amigos - canção
 
PUBLICADO E REGISTADO EM 31 DE MARÇO DE 2013 EM > https://sites.google.com/site/majosilveiro/pascoa---amendoas-perdidas-na-pascoa---cancao



blogue palavras mil de; majosilveiro - João da mestra


 

segunda-feira, 18 de março de 2013

DIA DO PAI 2013 - SONETO AO PAI

 
 
SONETO AO PAI
 
NO
 
DIA DO PAI
 
 
 
 

SONETO AO PAI
>
Rolam cristalinas gotas pela face,
Porque sempre existe o desenlace;
Hoje é o dia do Pai que já partiu,
E do Pai que de filho ainda não viu.
>
Rolam cristalinas gotas pela face,
Porque é dia de lembrar, sem desenlace,
Que filho não visita o pobre Pai,
Mesmo que seu coração se dilacere, diga ai!
>
Rolam cristalinas gotas pela face,
Porque se sabe o fim estar perto
E que corpo sem Alma é deserto.
>
Que será tarde depois para qualquer filho,
Poder redimir-se e salvar-se,
Quando já lhe rolam gotas pela face.
>
Rolam-me cristalinas gotas pela face.
>
João da mestra, 19 de Março de 2013 –Dia do Pai