segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

AO POVO QUE SOFRE DA ILHA DA MADEIRA





Ao Povo que sofre da Ilha da Madeira

A natureza está revoltada,
Tudo, tudo tão de repente,
Tantos cataclismos, tanta água,
E tudo vai com a corrente,
Sofre e morre tanta gente.


E Deus?
Meu Deus, suplico - Te para ver;
Acode a toda aquela gente a sofrer,
E mais aos prestes a morrer,
Como pode tudo isto acontecer?


Sofre toda a Ilha da Madeira,
Inundações e morte em toda a ilha,
Está destruída a Pérola, quase inteira,
Para muitos acabou ali a vida.


Tantas Almas dali partiram,
Outras, entre a vida e a morte, salvas;
Tantas vidas resgatadas,
Que em tempo, se livraram.


É preciso reconstruir,
Vamos lá todos unir,
Esforços e boa - vontade,
Trabalhar com força e com verdade.


Ajudai os Povos da Madeira,
Por qualquer forma, de qualquer maneira,
Haja por todos boa intenção,
Peçam a Deus a Sua intervenção.




majosilveiro




domingo, 14 de fevereiro de 2010

AO POVO DO HAITI - Oremos: Que cada um faça a sua oração






AO POVO DO HAITI



NESTA HORA MAIS DIFÍCIL:



A DO AUXÍLIO AO POVO;



A DA RECONSTRUÇÃO



majosilveiro

sábado, 13 de fevereiro de 2010

ELAS CANTAM ROBERTO CARLOS - HOMENAGEM AO CANTOR E AO POVO DO BRASIL





ELAS CANTAM ROBERTO CARLOS -


homenagem ao cantor e ao povo do Brasil


Justo; precisamente, neste momento, findo de visionar um D.V.D. de homenagem a Roberto Carlos - Elas cantam Roberto Carlos - que me chegou do Brasil, enviado pelo meu recente amigo Evaristo, - ele, grande “panoramista“, com galeria de fotografia no site panoramio - apaixonado da música brasileira e portuguesa, porque é um homem sensível - e, por conseguinte, De Bem.

É tão sensacional esta homenagem, este espectáculo e, são tão formidáveis todas aquelas artistas cantoras e acima de tudo mulheres, que, não existe alma que não vibre, que não se emocione, que não chore; de alegria, de emoção, de prazer.

Ao longo do impressionante espectáculo fui meditando:


Insensível é, aquele que não se sente,
Aquele que não estremece,
Aquele que não se arrepia,
Aquele que não chora.


Que não sente a dor alheia,
Que não sente a fome no mundo,
Que não sente o sofrimento,
Do irmão em desalento.


Que não se arrepia dos males que hoje em dia,
São as desgraças do planeta a que pertenço,
Que se desintegra a cair aos pedaços;
Não se arrepia e deixa cair os braços.


Que não estremece ao ler poema,
Que não estremece ao escutar declamação,
Nem ao ouvir qualquer canção,
De Amor ou de paixão.


Aquele que não chora, insensível,
Ao poema, ao amor, à canção,
Ao lamento e ao perdão,
Só pode, não ter coração.


Os meus agradecimentos ao povo do Brasil, que, tão fortes motivos dá aos poetas, aos cantores e trovadores do Brasil, para que nos surjam tão belos poemas e tão belas canções, como aquelas apresentadas no grandioso espectáculo que foi “Elas Cantam Roberto Carlos”.


O Rei - Roberto Carlos, - esse, está sempre à altura, sempre no pedestal, sempre adorável.


Os meus agradecimentos ao Evaristo.

Um Bem Haja

majosilveiro

domingo, 24 de janeiro de 2010

TIRAREI ÁGUA DA PEDRA, ESCREVEREI POEMAS DO NADA

TIRAREI ÁGUA DA PEDRA


ESCREVEREI POEMA DO NADA


O mundo está em aflição,
Com tanto dilúvio com tanta inundação,
Com tanto desastre com tanto horror,
Com tanto abalo por grande tremor.

Debaixo de escombros como que refugiados,
Homens moribundos morrem à sede,
Mulheres à míngua morrem esfomeadas,
Crianças debilitadas à vida agarradas,
Todos resistem com o nada de nada.

Com o nada resistem e vivem,
Com o nada se alimentam,
À espera de ajuda ou de uma má morte,
Esperam ali por melhor sorte,
Não querem partir sem a Bênção de Deus.

Tirarei água da pedra,
Para salvar moribundo,
Escreverei poema do nada,
Para salvar o Mundo,
Deus me ajude neste desejo profundo.

majosilveiro

sábado, 23 de janeiro de 2010

A DEUS, ATRAVÉS DO VENTO - MEMÓRIA ÁS ALMAS DO HAITI - ÁS MÃES DO BRASIL




PELOS POVOS QUE SOFREM;


AO HAITI


AO BRASIL




Deus me sensibiliza e me desafia,
As ideias jorram,
As lágrimas brotam,
Palavras e lágrimas se juntam,
As frases se formam,
A obra num ápice surge.



A Deus, através do Vento


Deus, Vê aquela terra ali,
Sofre e geme o Povo do Haiti,
Sofre e geme o Povo do Brasil,
Sofre e chora todo o meu irmão,
Inundados, soterrados em aflição,
Por tempestades de águas mil,

Por terramotos de força viril.

Clamam por Deus através dos ventos,
Suplicam por outros adventos,
Crêem na vinda de melhor sorte,
Esperam ali no meio da morte.

Vento de leste, afasta a peste,
Vento de norte, afasta a morte,
Vento de sul, dá-lhes a existência,
Vento de oeste, dá-lhes subsistência.

Deus, Dai-lhes Sustento,
Suplico que me escuteis,
Minhas palavras no ar não Deixeis,
Já que palavras leva-as o vento.

majosilveiro





ÁS MÃES DOS SOLDADOS DO BRASIL

QUE FALECERAM NO HAITI



Neste momento todas as minhas Emoções,
Vão para a enorme Grandeza,
P´ra todos aqueles Corações,
Dilacerados das mães do Brasil,
Que sofrem pelos seus queridos filhos,
Tornados Heróis pela sua Pátria,
Nas ruas de outra Pátria.


Toda a minha inválida Poesia,
Morre triste, sem valia.
Que Deus os guarde no seio de Sua Alegria.



majosilveiro

OS USUS DE CADA TERRA: COLHERES DE PAU


Os usos de cada terra:

Cada terra com seu uso,
cada roca com seu fuso.


Já chega.

Já chegam de leis da U. E. para a normalização daquilo que não deveria de ser normalizado.
Não tem jeito.
Já nos fecharam o que era regional e proibiram o que era artesanal.
Já nos fecharam restaurantes regionais e adegas regionais.
Já proibiram utensílios de madeira como; colheres de pau, copos de madeira, talheres com cabo de madeira, tudo isto em lugares onde era tradição serem usados estes utensílios porque era regional.
Era assim de há muitos anos, porque era regional e eram usados porque o lugar é característico daquela matéria-prima e assim OBRIGA o seu uso para estar em sintonia. Assim como a louça de barro vermelho em determinados lugares também o deveria ser e é, se ainda não foi também proibida, ou a louça de grés, preta, tradicional noutros sítios, onde ela é manufacturada.
Há dias, num restaurante da marginal do rio Douro, serviram-me uma caneca de sangria com uma colher de PLÁSTICO no lugar da tradicional colher de pau porque foi proibido tudo o que é de madeira em restaurantes. Pergunto: o vinho não foi sempre em pipos de madeira armazenado?
E o vinho do Porto não foi sempre em pipas e em grandes tonéis de madeira tratado e envelhecido?
E não é Portugal um dos produtores de vinhos de melhor qualidade do mundo (envelhecido que sempre foi em pipos de carvalho, que é madeira, de pau).
E o vinho do Porto não foi sempre e, continua a ser o único no mundo daquele tipo; vinho generoso, o único no Mundo, e de grande fama internacional devido ao seu espectacular sabor por em pipos de carvalho (que é pau) ser envelhecido? (eu acrescentaria no Mundo e arredores). E agora, uma simples colher de madeira (de pau) para mexer a sangria ficou a ser proibido de utilizar, em restaurantes, bares, adegas regionais e outros lugares que tais, quando sangria não é mais do que vinho com outras bebidas á mistura.
Então, se assim é, será que o vinho vai deixar de ter para o seu envelhecimento os pipos e tonéis de madeira e vai passar a ter como envasilhe pipos e tonéis de plástico?
E agora se a moda pega e vamos comer sardinha assada à beira rio e nos servem a mesma em prato de plástico, e nos dão para o vinho, copo de plástico e, para a cerveja, copo de plástico e, a salada de frutas em, taça de plástico e, o café em, copo de plástico e, a colher para mexer, em plástico e, cuidado se não até o guardanapo que dantes era em pano e passou a ser em papel, poderá vir em plástico.
Acabaram com as características que existiam em cada terra, tudo passou a ser uniformizado.
As aldeias perderam o muito que as caracterizava; perderam-se por isso hábitos e costumes, tradições antigas que vinham de antanho, algumas desde a fundação deste pequeno Portugal.
E esta perseguição desenfreada às tradições, aos hábitos, aos costumes, ao folclórico, ao que era regional e às regiões, ao artesanato, ao “country”, afrouxou porque Sua Excelência o Senhor Presidente da República desancou no senhor mandão do ASAE para que houvesse mais moderação nas fiscalizações porque de contrário hoje teríamos ainda mais desemprego provocado pelo fecho de pequenas indústrias, artesanato, cafés, bares, restaurantes, adegas, e mais ainda por aqueles empregos indirectos, nas “pequenas e médias empresas subsidiárias”.

Já Chega.

Já chegam de leis da U.E. para a normalização daquilo que não tem que ser normalizado.

Haja respeito pelas
regiões e por suas
populações.

majosilveiro