segunda-feira, 27 de agosto de 2012

ORAÇÃO A SÃO BENTO DO CANDO - ARCOS DE VALDEVEZ - MINHO






ORAÇÃO A SÃO BENTO DO CANDO

 

 

Suplico a São Bento do Cando,

Interceda junto a Deus p´los amigos em sofrimento

Por cancer, neste preciso momento;

Escutai Deus a São Bento do Cando.

 

 

 

Aliviai a dor, por este martírio, aos justos,

Secai-lhes as chagas a todos estes e a muitos,

Que saiam das trevas fortalecidos pela Graça

De Deus e de Todos os Santos.

 

 

 

João da mestra, 16 de Agosto de 2012

 

                               Aos amigos que sofrem de cancer, para que saiam rapidamente daquela situação e possam voltar à vivência entre os familiares, amigos e todos que lhes são queridos.

 

   

    


 

 

 

AMOR AOS QUE SOFREM POR CANCRO






AMOR AOS QUE SOFREM – Contra o Cancro - Agosto 2012
 
 
Ao cancro não resististe,
Partiste,
Deste terra inglória,
Mas tua Glória cumpriste.
 
 
Deus te Guarde em Sua Glória,
A partir desta hora.
 
 
João da mestra, 18 de Agosto de 2012
 
   Ao amigo e conterrâneo Alexandre; que
 
 Deus o tenha Consigo.
 
 
 

MEUS OLHOS CHORARAM NO VALE






MEUS OLHOS CHORARAM NO VALE

 

 

 

Adormeci no Vale, entre a Natureza.

Acordei no seio da mesma beleza.

Agradeci a Deus por mais um dia,

Disse aos Céus e aos Anjos; Bom-Dia.

 

 

Passeei e passei os olhos pelo monte,

Bebi e lavei a cara na fonte,

Nas frescas águas do Rio Tora;

Rio que corre mas não vai embora.

 

 

Na Capela Mortuária entrei,

Orei, me indignei e chorei,

Despedi-me de meu amigo;

Não vou mais estar contigo.

 

 

Revoltado fui embora,

Com os olhos tal rio Tora;

Enchi o seu pequeno caudal,

Que atravessa a Freguesia do Vale.

 

 

 

João da mestra, 19 de Agosto de 2012

 

                                   Em Homenagem ao Amigo e conterrâneo Alexandre que desde há 20 anos vivia na Freguesia do Vale, Arcos de Valdevez.

 

JARDIM DAS ROSAS

 
 
 
 
 
 
JARDIM DAS ROSAS



Caule roseira que das cinzas nasceste,

Que, rosa, de ti e das cinzas deste,

Sois o corpo e a mais bela flor,

De outro corpo, que, morreu de amor.



Corpo de amiga, de amigo, de amante,

Que passou por esta vida em um instante.

Corpo de filha, de filho, de marido, de pai, de mãe,

Que, agora, em flor, te amam também.



Corpo e Alma nesta Terra foste nosso amor,

Nosso amor, continuas, mas em flor;

Vives no mais belo “Jardim das Rosas”,

Das Cinzas de pessoas amorosas.



João da mestra, 22 de Agosto de 2012



Inspirado na comparência no“Jardim das Rosas” do Cemitério
do Prado do Repouso, no Porto.




 
 
 
 


ROSAS...Simplesmente

 
 
 
 
 
 
Rosas simplesmente
 
Vi roseiras a serem plantadas,
Em cinzas que foram doadas,
De Almas que voaram aos Céus.
 
Tantas rosas, ali juntas, Meu Deus,
No mais belo jardim em constante formação,
E, todas, tão bem e em paz se dão.
 
Não poderia este mundo ser também um jardim,
Se cá nos dessemos assim?
Conforme rosas, simplesmente!
 
Será que seria um mundo doente?
 
 
João da mestra, 27 de Agosto de 2012
 
 


Descomunal figura - Sherlock Holmes





    Descomunal figura
 
 Sherlock Holmes, que, não comes,
se és bom investigador,
descobre quem é esta flor,
que passa a vida a comer.
Sua largura dá para entender,
que não come só para entreter.
 
 
Desvenda lá tu, Scherlock Holmes,
vê se és investigador competente;
Se fores suficientemente inteligente,
descobrirás que importante gente,
é descomunal figura de Canidelo,
bom rapaz e homem belo.
 
 
Sir Arthur Conan Doyle , é João da mestra em,  
 
27 de Agosto de 2012
 
 

 

 



segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

HEI-DE IR UM DIA A PORTO MAS NÃO TRISTE - João da mestra
















HEI-DE IR UM DIA A PORTO MAS NÃO TRISTE


Eu hei-de ir um dia a Porto,
Alegre todo o caminho,
Para levar um raminho,
Àquela que me quer…, poucochinho.


Hei-de ir um dia até ao Porto,
Alegre, daqui até lá a cantar,
Um ramo de flores levar,
À noiva…, que me não está a esperar.


Hei-de ir mesmo um dia a Porto, Alegre;
Minha Musa inspiradora procurar,
Desde que ela me deixou,
Não me vejo verso a lançar.


Eu hei-de ir a Porto, Alegre
E levar uma galinha,
Para ver se me anima;
Quando ovo ela botar.


É que não estou a gostar,
De tanto silêncio assim,
Já que eu não boto verso,
Bota a galinha por mim.


Pode ser que faça inspirar,
A minha Musa inspiradora,
Ela verso passará a botar,
Eu a seguirei conforme outrora.


João da mestra, 27 de Fevereiro de 2012






















majosilveiro - João da mestra